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14/03/2016 - 11h39
Codesp intensifica combate ao Aedes aegypti no Porto de Santos
Fonte: AssCom Codesp
Governo Federal amplia ações para combate ao mosquito transmissor da dengue, chikungunya e Zika.


A Companhia Docas do Estado de São Paulo desenvolveu na manhã da última sexta-feira (11) mais uma mobilização no Porto de Santos para intensificar o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor do vírus da dengue, chikungunya e Zika. A iniciativa fez parte de ação simultânea de combate ao mosquito ocorrida em todas as repartições públicas federais do território nacional, como parte dos esforços do Governo Federal para eliminar os focos do mosquito, diante a preocupação nacional frente ao aumento do número de casos dessas doenças.
O mutirão teve início às 7 horas, horário de maior circulação de trabalhadores, com a distribuição de folhetos do Zika Zero nas portarias dos edifícios da empresa (Museu do Porto, Sede da Presidência, Meio Ambiente e Prédio da Atracação). Por volta das 9 horas, em sintonia com ações de todo o país, o diretor presidente Alex Oliva e demais diretores da Companhia visitaram diversos setores da empresa, conversaram e distribuíram material informativo aos colaboradores.
O presidente Alex Oliva destacou a importância dos colaboradores da empresa de atuarem como agentes multiplicadores dessa campanha. “Hoje é continuidade da campanha de combate ao mosquito e está acontecendo em todo Brasil. O cidadão tem que estar consciente que nós precisamos combater o mosquito e isso só vai acontecer se estivemos unidos. A Codesp está fazendo essa campanha intensa para conscientização não só dos nossos funcionários, mas estendendo a campanha para que eles sejam atores fora do Porto de Santos também”. Acompanhado pelos demais diretores da empresa nos trabalhos desenvolvidos nesta manhã, o presidente afirmou ainda que “Essa luta é de todos e demonstra, mais uma vez, a integração entre o Porto e a Cidade. Quanto melhor nós tratarmos a cidade melhor seremos vistos por ela”.
Complementando as atividades, equipe técnica da Codesp, responsável pelo controle e monitoramento do mosquito Aedes aegypti, realizou vistoria nas edificações da Companhia e orientou os colaboradores sobre os procedimentos de combate e prevenção ao mosquito, as doenças transmitidas, sintomas e encaminhamentos necessários para pacientes infectados. Os terminais portuários também realizaram, através de seus Núcleos de Prevenção de Dengue, intervenções em campo.
No último dia 13 de fevereiro o ministro chefe de Secretaria de Portos, Hélder Barbalho, deu início à intensificação dos trabalhos de controle dos focos do mosquito no setor portuário, começando pelo Porto de Santos, acompanhando as ações que já vêm sendo desenvolvidas pelas companhias docas.
Trabalho Preventivo
A Codesp desenvolve, preventivamente, um trabalho de combate à proliferação do Aedes aegypti, que inclui a organização de mutirões nas áreas públicas do porto, orientação à comunidade portuária, prestação de apoio técnico e compartilhamento de boas práticas, para evitar ocorrência de potenciais criadouros de mosquitos. Atua, também, na fiscalização para garantir que as exigências estabelecidas na legislação e nos contratos de arrendamento sejam cumpridas.
A Companhia contratou a empresa Truly Nolen Pest Control para intensificar o controle e o monitoramento do mosquito Aedes aegypti nas áreas públicas do Porto. A Truly vem atuando no controle do vetor, através de vistorias diárias em áreas administrativas e operacionais. Os trabalhos abrangem a eliminação de eventuais criadouros, aplicação de larvicidas e nebulização em pontos estratégicos. A equipe técnica vem desenvolvendo, ainda, ações de educação ambiental, por meio de palestras técnicas aos colaboradores da Codesp e trabalhadores portuários, colocação de cartazes e folhetos nas áreas do porto, como forma de auxiliar o controle e de prevenir a formação de criadouros.
O trabalho, desenvolvido em conjunto com órgãos públicos, norteia o Monitoramento Inteligente da Dengue, que conta com 50 armadilhas espalhadas na margem direita e esquerda do Porto de Santos (áreas da Codesp e de arrendatários) contemplando os municípios de Santos e Guarujá. As armadilhas são colocadas em pontos estratégicos e respeitam uma matriz de 250 metros de distância entre elas e possuem um raio de ação de 125 metros. Um funcionário devidamente treinado realiza, semanalmente, a contagem das fêmeas do mosquito Aedes aegypti capturadas, que alimenta um banco de dados utilizado pela Codesp para análise do cenário, identificação dos pontos críticos e tomada de providências em conjunto com os terminais portuários e órgãos públicos.