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05/03/2013 - 02h23

Em Brasília, reunião na Casa Civil e audiência pública discutem a MP 595

Fonte: AssCom Sindogeesp



O presidente do Sindogeesp, Guilherme do Amaral Távora, embarca na manhã desta terça-feira para Brasília onde participa de mais uma reunião na Casa Civil com o ministro de Portos, Leônidas Cristino.  O encontro acontece a partir das 14h e terá como pauta a polêmica Medida Provisória 595, novo marco regulatório dos portos nacionais anunciado pelo Governo Federal em dezembro passado.
 
Além de Guilherme, participam da reunião as lideranças dos outros oito sindicatos portuários de Santos, além de sindicalistas dos demais portos do País e dirigentes das três federações da categoria. Prevista para ocorrer na última sexta-feira, a reunião foi adiada para hoje por determinação dos representantes do Governo Federal. Empresários e executivos de diversos terminais portuários também estarão presentes.
 
"Está em jogo o futuro da atividade portuária e por isso a participação maciça dos trabalhadores e dos dirigentes é muito importante", disse Guilherme. Segundo ele, o Governo está jogando pesado com a categoria desde o início deste processo quando alijou os portuários dos debates que culminaram com o anúncio da MP. "Nos deixar de fora foi um dos maiores erros cometidos pelo governo que aí está".
 
Na quarta-feira está prevista a realização de uma nova audiência pública, desta vez com a participação apenas dos trabalhadores e representantes sindicais. O Planalto resolveu tratar a questão de forma segmentada promovendo três audiências, sendo a primeira destinada aos portuários, a segunda, na próxima semana, aos empresários e a última aos políticos e representantes do Ministério Público do Trabalho. 
 
Na tarde desta segunda-feira dois ônibus lotados de portuários partiram do Paço Municipal de Santos em direção à Capital Federal. Com previsão de chegada para às 12h de hoje, eles prometem invadir o Congresso Nacional ao lado de trabalhadores oriundos de várias cidades portuárias do País. "É uma pena que só agora, depois da MP em vigor e de muita mobilização, o Governo resolveu nos ouvir", disse Guilherme.
 
 
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