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02/02/2017 - 04h25

Empresas de cruzeiros reduzem seus gastos no Brasil em R$ 238 milhões

Fonte: Mercado Aberto / Folha de S. Paulo

 
As empresas de cruzeiros investiram R$ 238 milhões a menos em viagens no Brasil nesta temporada (que vai de novembro de 2016 a maio de 2017), segundo a Clia, entidade global do setor.
 
O número de passageiros caiu 31,8% em relação a igual período do ano anterior.
 
A redução de investimentos no país começou em 2011, mas ganhou força em 2015, com o agravamento da crise econômica e uma maior concorrência internacional.
 
Destinos como a China se tornaram mais atrativos às empresas, que realocaram sua frota, diz o presidente da associação no país, Marco Ferraz -nesta temporada, sete navios vieram ao Brasil, contra dez no ano anterior.
 
A Costa Cruzeiros, que chegou a trazer sete embarcações, em 2010, reduziu o número para duas neste verão -à China, foram enviadas cinco.
 
"Direcionamos o recursos a países onde o custo é menor", diz Renê Hermann, diretor-geral na América do Sul.
 
Com os investimentos que as companhias têm feito em ampliação de frota, porém, o volume poderá voltar a subir.
 
"No fim deste ano, traremos um navio a mais, o que significa uma alta de 40% de passageiros", diz Adrian Ursilli, presidente da MSC Cruzeiros, atual líder no país.
 
No caso da Costa, a oferta deverá voltar a crescer, mas só em 2018. A Royal Caribbean, que deixou de trazer embarcações em 2016, não tem planos de retornar ao país.

Mercado de cruzeiros no Brasil, por temporada
 
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