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09/06/2015 - 10h35

Ministro afirma que plano de logística será o "maior da história"

Fonte: Correio Braziliense

De acordo com o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, o pacote incluirá concessões "Cem toda a área de logística", como aeroportos, rodovias e ferrovias

 
O ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, disse nesta segunda-feira (08/06) que o plano de investimentos em logística a ser lançado amanhã (hoje) será o maior da "história do país”. Segundo ele, o governo segue otimista em relação às votações do resto do pacote de ajuste fiscal no Congresso Nacional e com uma agenda positiva. Os temas foram discutidos durante reunião da coordenação política na manhã desta segunda-feira.
 
O plano de investimento em logística, que inclui concessões de portos e aeroportos, será lançado na manhã desta terça-feira (09/06). “O governo continua otimista em relação às votações que vão concluir esta fase do ajuste. E já entramos na agenda de investimentos. Na semana passada, tivemos o lançamento do Plano Safra. Amanhã teremos o lançamento do maior plano de investimento em logística da história do país”, diz.
 
O ministro citou ainda outros planos parte da agenda positiva do governo, como os investimentos em agricultura familiar, o plano de exportações e o Minha Casa, Minha Vida 3, a ser lançado em no mês que vem. “Terminando os ajustes, o país entra de forma efetiva na construção de uma agenda positiva que vai levar à retomada do nosso crescimento econômico de forma sustentável”, afirmou. Edinho disse também que a reunião tratou dos planos de energia e banda larga, que também é parte da agenda positiva. Segundo ele, “todos os investimentos estão protegidos” e o país está se “adequando” à realidade do ajuste fiscal.
 
Sobre o fator previdenciário, Edinho disse que ainda não há definição se haverá veto. “Tem um grupo ministerial trabalhando muito para que a gente possa construir uma saída que garanta a previdência e uma saída para os direitos dos trabalhadores”, disse. Segundo o governo, o projeto de fim do fator aprovado no Congresso prejudica as contas da previdência a longo prazo.
 
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