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05/10/2018 - 01h16
Nestas eleições, biometria não é obrigatória na Baixada Santista
Fonte: A Tribuna On-line / Matheus Müller
Apenas os eleitores de São Vicente que realizaram o cadastro vão usar a digital para votar
Nenhum título de eleitor da Baixada Santista foi cancelado por falta de cadastro biométrico. De fato, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anulou 3,3 milhões de documentos, mas a medida foi adotada nas cidades em que o órgão determinou ser obrigatório o uso da tecnologia. Não é o caso da região.
A dúvida surgiu entre os eleitores devido a diversas publicações compartilhadas nas redes sociais. A maioria delas aborda somente a questão do cancelamento do documento, sem justificar os motivos ou cidades afetadas.
No caso, aqueles que tiveram o título anulado não cumpriram o prazo para efetuar o cadastro biométrico.
“O eleitor da Baixada Santista pode ficar tranquilo porque o prazo que teremos para concluir o recadastramento biométrico termina em 2022”, explica Michelle Lapa Cortegiano Molarino, chefe do Cartório da 118ª Zona Eleitoral de Santos.
À exceção de São Vicente, que participou do projeto piloto da biometria nas eleições municipais em 2016 e que, este ano, terá um pleito híbrido, nas demais cidades o uso da digital não estará habilitado.
“Quem já fez o cadastro biométrico (em São Vicente) vai votar após a biometria, caso contrário vai assinar o caderno, como nos processos anteriores”, diz Adriana Vergara, chefe do Cartório da 340ª Zona Eleitoral de São Vicente.
Michelle ressalta que todos os eleitores, mesmo os que fizeram a cadastro biométrico, devem levar um documento com foto para votar. “É importante, também, confirmar a seção. Muitos chegam ao colégio eleitoral sem saber a sala”.
Para se informar sobre o colégio e seção de votação, basta conferir o título de eleitor. Caso os dados pessoais tenham sido atualizados, a situação deve ser checada nas zonas eleitorais do município em que reside ou pelo site do TSE.






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