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08/08/2016 - 04h53

Plano de Controle de Pombos da Codesp completa quatro meses

Fonte: AssCom Codesp
 
Técnicos observam redução de aves após a instalação de equipamentos nos prédios


 
O Plano de Controle e Monitoramento de Pombos nas áreas públicas do Porto de Santos, implantado há quatro meses pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), já resultou na diminuição da presença dessas aves nos prédios da companhia onde equipamentos foram instalados para impedir a proliferação. Técnicos e demais funcionários observaram redução significativa, mas aguardam os dados estatísticos da empresa contratada para os trabalhos, que apresentará relatório semestral em setembro. Os serviços são acompanhados pela Gerência de Segurança do Trabalho (Geset) da Superintendência de Meio Ambiente e Segurança do Trabalho.
 
A partir desta segunda-feira (08/08), o plano será aplicado na área externa das oficinas de Carpintaria e Mecânica. Em julho, foi instalado  um reator eletromagnético no edifício que abriga a área operacional da Codesp, a fim de inibir a presença das aves.  Na primeira semana de agosto, foram iniciados os serviços no setor de topografia. Em junho, os trabalhos se concentraram no edifício-sede da presidência da empresa, com a instalação de redes e fio tensor. 
 
Estão sendo contempladas oficinas, edifícios administrativos, portões de entrada (Gates), edifício da área de operações, entre outros. Nesses imóveis, são instaladas barreiras físicas (fios tensores e telas de proteção) e químicas (tintas e gel repelente) visando dificultar o pouso e o acesso das aves ao interior dos telhados e áreas internas dos prédios além de restringir as áreas de abrigo. Os trabalhos serão desenvolvidos por 24 meses.
 
Os pombos são aves encontradas em várias partes do planeta, com exceção das regiões polares. Elas se alimentam, preferivelmente, de grãos e sementes, e a presença dessas aves (Columba livia) pode causar incômodos no ambiente de trabalho, apresentar riscos indiretos referentes à saúde dos trabalhadores, danos materiais em edificações e equipamentos e entupimento de calhas.  Além disso, a infestação pode colocar em risco a qualidade das cargas operadas no porto, como açúcar, soja, trigo e milho.
 
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