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16/09/2015 - 04h15
Porto de Santos precisa de logística portuária eficiente
Fonte: Guia Marítimo
Para secretário de logística e transportes, logística portuária exige sinergia com infraestrutura rodoviária e ferroviária

Para secretário de logística e transportes, logística portuária exige sinergia com infraestrutura rodoviária e ferroviária

“Alavancada pelo maior porto da América Latina, a Baixada Santista, um dos nossos grandes polos de atividade econômica, atravessa um momento crucial para seu desenvolvimento, o que, por seu potencial agregador, reflete também nas perspectivas de várias regiões importante do país. Nos últimos anos, a capacidade das forças produtivas passou a exigir um novo patamar da infraestrutura da qual dependem para atender às expectativas de seus mercados. Essa demanda foi prontamente verificada pelo Governo do Estado de São Paulo, que vem destinando esforços no sentido de atendê-la”, a opinião é do secretário de Logística e Transportes do Estado de São Paulo, Duarte Nogueira.
Segundo ele, a organização do tráfego de acesso ao Porto de Santos é uma das medidas de um amplo processo de ideias e investimentos capitaneado pelo Estado. “Os investimentos chegarão a meio bilhão de reais junto a outros projetos, do Governo Federal e da Prefeitura, que beneficiarão uma das mais importantes regiões do país”. Nogueira explicou ainda que as obras garantem novas alternativas e maior funcionalidade quanto ao tráfego para entrar e sair do porto, mas destacou que tais esforços, não são suficientes. “Toda a logística portuária exige uma sinergia não só com sua infraestrutura rodoviária, mas sobretudo com a ferroviária”, ressaltou.
Para ele, uma malha ferroviária acessível e eficiente seria capaz de atender com maior fluidez, maior capacidade de carga e maior economicidade as demandas de produtos industriais e de matérias-primas que chegam ou saem do porto, importados e exportados.
“Essa deve ser uma das nossas preocupações no sentido de dialogar com o Governo Federal, que tem o comando no âmbito das ferrovias”, disse Nogueira, acrescentando ainda que o melhor negócio para o complexo seria discutir novas possibilidades, como o transporte de produtos industriais e de maior valor agregado, explorando assim novas potencialidades e melhores oportunidades.
“Essa deve ser uma das nossas preocupações no sentido de dialogar com o Governo Federal, que tem o comando no âmbito das ferrovias”, disse Nogueira, acrescentando ainda que o melhor negócio para o complexo seria discutir novas possibilidades, como o transporte de produtos industriais e de maior valor agregado, explorando assim novas potencialidades e melhores oportunidades.