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05/08/2016 - 16h21

Portos pedem revisão de regra sancionada por Dilma

Fonte: Folha de S. Paulo

 
As associações de empresas portuárias se movimentam para conseguir rever regras da Lei dos Portos de 2013.
 
A principal questão é quem tem autoridade para fazer os processos licitatórios para os arrendamentos de terminais.
 
Antes, as próprias companhias docas eram responsáveis pelas licitações. Com a lei, os contratos são conduzidos pela Antaq (agência de transportes aquaviários).
 
O pleito é retornar à descentralização, diz Wilen Manteli, presidente da ABTP (associação de terminais). "É preciso deslocar o processo para os portos, pois cada um conhece seus problemas."
 
Hoje, há 20 terminais com contratos de transição – os originais terminaram e foram prorrogados até que se faça uma nova licitação.
 
O porto com mais unidades nessa situação é o de Cabedelo, em João Pessoa. São quatro contratos, diz Alessandro Marques, da Companhia Docas da Paraíba.
 
PARA LÁ DO TEMPO REGULAMENTAR - Terminais com contratos prorrogados
 
"Novas licitações trariam valores maiores de outorga e mais investimentos", afirma.
 
A ATP (associação de portos privados) quer o fim da obrigatoriedade de anunciar os planos de novos terminais.
 
"Se não houver outro candidato a fazer investimento semelhante na mesma área, a Antaq faz análise e aprova o pedido", diz o diretor-presidente Murilo Barbosa.
 
O problema, para a associação, é que "se perde tempo".
 
Na área responsável por concessões do governo tem prevalecido a ideia de reforçar as agências, e mudar as normas iria contrariar isso.
 
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