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20/01/2014 - 02h07
Sem infra, sem rolezinho
Fonte: Valor Econômico

Comunicação demais ou comunicação de menos tem custo. Pode criar um problemão para o comércio, colocar em prontidão pesado aparato policial e até exigir um aperto em padrões disciplinares. Ninguém garante que mais rigor funciona. Mas quem pode, tenta evitar confusão. Tenta tomar providências. A comunicação “demais” – farta, organizada e rápida – alimenta os “rolezinhos”, um fenômeno deste início de ano que assalta grandes cidades brasileiras com visitas gigantescas, de 1000 ou até 5000 jovens, agendadas pelas redes sociais. Nesses “rolezinhos”, autoridades municipais, estaduais e federais estão de olho. Para evitar um “rolezinho” inquietante, do tipo quem está fora não entra e quem está dentro não sai, em parte decorrente de comunicação “de menos”, quem se mobiliza é a Secretaria dos Portos.

Comunicação demais ou comunicação de menos tem custo. Pode criar um problemão para o comércio, colocar em prontidão pesado aparato policial e até exigir um aperto em padrões disciplinares. Ninguém garante que mais rigor funciona. Mas quem pode, tenta evitar confusão. Tenta tomar providências. A comunicação “demais” – farta, organizada e rápida – alimenta os “rolezinhos”, um fenômeno deste início de ano que assalta grandes cidades brasileiras com visitas gigantescas, de 1000 ou até 5000 jovens, agendadas pelas redes sociais. Nesses “rolezinhos”, autoridades municipais, estaduais e federais estão de olho. Para evitar um “rolezinho” inquietante, do tipo quem está fora não entra e quem está dentro não sai, em parte decorrente de comunicação “de menos”, quem se mobiliza é a Secretaria dos Portos.
Criada em 2007, a Secretaria decidiu se antecipar ao calendário de escoamento da safra 2013/2014 e discutir providências que possam evitar os transtornos provocados pela pesada movimentação de veículos no maior porto do país. O agendamento prévio de entrada e saída de caminhões no Porto de Santos está em debate.
O agendamento prévio do entra e sai dos caminhões é uma prática disponível desde 2012, mas com baixa eficiência por falhas de comunicação entre terminais, companhias transportadoras e até entre companhias e o porto. Ano passado, por comunicação “de menos” – não suprida pelas redes sociais --, o “rolezinho” de caminhões a caminho do mar quase vira caso de polícia. Atormentou caminhoneiros, transportadoras, produtores agrícolas, tradings e prefeitos e a presidente da República.
O “rolezinho” dos grãos serra abaixo toma fôlego em fevereiro. Falta infraestrutura.