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27/02/2013 - 07h55
Sindogeesp tem importantes compromissos, em Brasília
Fonte: AssCom Sindogeesp

A semana promete ser das mais agitadas para as lideranças sindicais de Santos. Depois de se reunirem nesta segunda-feira, na sede do Sindaport, para avaliar o Termo de Compromisso (*) firmado com o Governo Federal na última sexta-feira, em Brasília, dirigentes das nove entidades laborais voltam à capital do País para cumprirem importante agenda compromissos.

A semana promete ser das mais agitadas para as lideranças sindicais de Santos. Depois de se reunirem nesta segunda-feira, na sede do Sindaport, para avaliar o Termo de Compromisso (*) firmado com o Governo Federal na última sexta-feira, em Brasília, dirigentes das nove entidades laborais voltam à capital do País para cumprirem importante agenda compromissos.
O primeiro deles acontece hoje, no Congresso Nacional, onde representantes do Governo, deputados federais, senadores, sindicalistas e empresários participam de audiência pública que irá debater a MP 595. "É mais um capítulo que teremos pela frente nessa longa batalha que travamos com a equipe econômica da presidenta Dilma para tentar garantir os direitos dos trabalhadores", disse o presidente do Sindogeesp, Guilherme do Amaral Távora.
A reunião com os outros nove sindicatos foi positiva, segundo o dirigente. "Fizemos uma análise mais profunda de tudo o que aconteceu na semana passada, desde a ocupação do navio chinês, passando pelo trabalho de corpo a corpo com os políticos no Congresso, até a reunião com o ministro dos Portos, Leônidas Cristino, que selou a trégua temporária".
Na sexta-feira, ao lado de outros dirigentes da região e representantes da Federação Nacional dos Portuários (FNP), Federação Nacional dos Estivadores (FNE) e Federação Nacional dos Conferentes, Consertadores, Vigias e Trabalhadores de Bloco (FENCCOVIB), Guilherme se reúne novamente com o titular da SEP, na Casa Civil da Presidência da República.
De acordo com ele, a mobilização da categoria foi fundamental para o recuo do Planalto. "Estamos fazendo nossa lição de casa e pressionando o Governo para reverter os principais itens da MP que julgamos prejudiciais aos portuários de uma forma geral, sejam eles avulsos, vinculados ou mesmo empregados das companhias docas estatais", disse o sindicalista.