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22/09/2015 - 04h41
TCU libera renovação antecipada do Terminal de Contêineres de Paranaguá
Fonte: Guia Marítimo

O TCU (Tribunal de Contas da União) deu um parecer favorável derrubando a cautelar que impedia que o TCP (Terminal de Contêineres de Paranaguá) assinasse a renovação do contrato de arrendamento. Com o parecer, o terminal dará sequência ao programa de investimentos estimados em R$ 1,1 bilhão, voltados para ampliação e modernização do terminal. “O parecer do TCU é uma vitória para a TCP. Como essa era a última pendência no processo de prorrogação, o próximo passo é obter a aprovação final da SEP (Secretaria Especial de Portos)”, disse Juarez Moraes e Silva, diretor Superintendente Comercial da TCP.

O TCU (Tribunal de Contas da União) deu um parecer favorável derrubando a cautelar que impedia que o TCP (Terminal de Contêineres de Paranaguá) assinasse a renovação do contrato de arrendamento. Com o parecer, o terminal dará sequência ao programa de investimentos estimados em R$ 1,1 bilhão, voltados para ampliação e modernização do terminal. “O parecer do TCU é uma vitória para a TCP. Como essa era a última pendência no processo de prorrogação, o próximo passo é obter a aprovação final da SEP (Secretaria Especial de Portos)”, disse Juarez Moraes e Silva, diretor Superintendente Comercial da TCP.
Com os novos investimentos, que serão realizados em fases, a TCP realizará obras que incluem a ampliação de 220 metros do cais de atracação (chegando a 1.099 metros de extensão), construção de dolphins exclusivos para a atracação de navios que fazem transporte de veículos. A primeira fase, que vai até 2018 e prevê investimentos de R$ 540 milhões, também contempla ampliação da retroárea do terminal, que chegara a 500 mil m2.
O objetivo é ampliar a capacidade do complexo de 1,5 milhão de Teus para 2,5 milhões de Teus. Além das obras de ampliação, a TCP assumiu o compromisso de investir mais R$ 550 milhões para manutenção e substituição de ativos nos próximos 35 anos, mantendo o terminal atualizado para atender as demandas do setor produtivo. “Estamos no chamado Cluster Sul Brasileiro, que apresenta maior nível de competitividade e exige dos terminais fortes investimentos com o objetivo de atender ao crescimento da demanda com serviços de alta qualidade e buscar mais eficiência”, finaliza Silva.