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05/05/2015 - 03h49

Vereador defendeu monitoramento ambiental no Porto

Fonte: Portal Câmara Municipal de Santos



O vereador Sandoval Soares (PSDB) defendeu em plenário a criação de um sistema de monitoramento contínuo no Estuário de Santos. Ele citou matéria publicada no dia 22 de abril no jornal A Tribuna. O texto trazia a fala do oceanógrafo Fabrício Gandini, do Instituto Maramar, que explicava a necessidade de um sistema de monitoramento no Estuário, avaliando meio ambiente, produção pesqueira, efluentes e população do entorno.
 
Percebendo a gravidade do problema ambiental e social causado pelo incêndio na Alemoa, o vereador solicitou ao Executivo que a proposta do oceanógrafo fosse executada. "Sempre defendi a vida, porém, não há vida sem um meio ambiente saudável. O monitoramento é bom para a cidade, para o meio ambiente e até para as empresas, que poderão ter dados consistentes para elaboração de projetos sociais e ambientais", afirmou o vereador.
 
Sandoval acredita que a proposta deve ser executada o mais rápido possível. "Danos ambientais como esse são difíceis de mensurar e os reparos são insuficientes. Um histórico do Estuário seria importante para definir o que foi afetado, como e qual o tamanho das responsabilidades", explicou o vereador, que já levantou questionamentos na ocasião do incêndio em um armazém de açúcar.
 
O oceanógrafo Fabrício Gandini  explica, em matéria de A Tribuna, que não se causa um dano em uma só área, mas em todo o entorno. Para ele a proposta é viável se houver colaboração de todas as empresas portuárias em operação. O sistema beneficiaria não só o meio ambiente e os pescadores artesanais, mas também as empresas portuárias. "O IBAMA deveria impor este acompanhamento como condicionante para os licenciamentos ambientais. Protegendo inclusive a empresa de eventuais acusações maiores do que os danos realmente causados", afirmou o pesquisador.
 
 
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