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10/10/2014 - 04h30

Versão mini do travesseiro-canguru facilita ainda mais os cochilos no trabalho

Fonte: O Globo

Empresa já lançou duas versões através do sistema de financiamento coletivo

 
Depois do sucesso do “Ostrich Pillow”, ou “Travesseiro-avestruz” e da versão light do modelo, o estúdio Kawamura-Ganjavian criou um modelo ainda menor do produto, que facilita os cochilos durante o trabalho: o “Ostrich Pillow Mini”. O produto é uma espécie de almofada para apoiar a cabeça, e pode ser usado na mão, cotovelo ou no braço para tornar o cochilo mais confortável.
 
A versão mini do travesseiro-canguru foi lançada em uma campanha no site de financiamento coletivo Kickstarter, onde é vendido por um preço mais baixo que o que deve ser cobrado quando chegar ao varejo. Os primeiros apoiadores garantiram o travesseiro por US$ 20 (cerca de R$ 50). Atualmente, a cota vendida é de US$ 25 e, até agora, 419 pessoas já doaram um total de US$ 13.891. No entanto, é preciso alcançar a meta de US$ 15 mil até o dia 30 deste mês para que o produto seja fabricado.
 
A primeira versão do produto foi lançada em 2012 e atingiu a meta no Kickstarter em sete dias. O produto ganhou uma grande repercussão por cobrir toda a cabeça do usuário, deixando apenas uma abertura para o rosto, dando maior privacidade na hora da soneca.
 
O britânico de origem iraniana Ali Ganjavian, um dos criadores do objeto e sócio do escritório de arquitetura Kawamura-Ganjavian, disse ter sonhado com o travesseiro-avestruz, uma mistura de travesseiro de luxo e balaclava (espécie de capuz de malha que cobre a cabeça, o pescoço e parte dos ombros, deixando apenas os olhos de fora), com o qual os usuários podem descansar a cabeça e os braços. Na época, ele disse esperar que sua criação, cujo nome se inspira no modo como os avestruzes escondem a cabeça na terra, revolucione as chamadas power naps, sestas breves e revigorantes. Segundo Ganjavian, a invenção surgiu da necessidade dos próprios designers de fazer uma pausa no trabalho para se revitalizar.
 
“Passamos muito tempo em frente ao computador e há horas em que precisamos descansar, tomar um café, sair um pouco. Criamos (o travesseiro) para nós mesmos”, afirma o inventor, que nasceu em Romsey, Hampshire (Inglaterra) e mora atualmente em Madri, na Espanha, onde a siesta é uma tradição.
 
Já a segunda versão do travesseiro foi lançada no ano seguinte com a meta batida em 72 horas. A versão light foi projetada para quem costuma tirar um cochilo com a cabeça encostada na janela do ônibus ou do metrô, por exemplo. A nova versão é ainda menor e espera repetir o sucesso dos modelos anteriores.
 
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